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Treinamentos que aprimoram as habilidades interpessoais estão no topo da lista

Seu trabalho corre risco? Se pensarmos na rapidez com que a revolução tecnológica tem avançado no mundo dos negócios, a resposta é sim. Há uma grande chance de que, num futuro não muito distante, sua vaga de emprego seja ocupada por um robô.

A boa notícia é que, por mais evoluída que esteja a inteligência artificial, ela ainda não dá conta de suprir as habilidades interpessoais que fazem dos seres humanos únicos e insubstituíveis. Quem se aprimorar nessas habilidades, portanto, ganha fôlego para se diferenciar e se manter no mercado.

Exatamente por isso, investir no desenvolvimento de competências pessoais tornou-se uma necessidade inadiável. De acordo com o relatório The Future of Jobs de 2018, do World Economic Forum, nada menos do que 54% dos trabalhadores terão de refinar suas habilidades e se requalificar até 2022.

Destes, 35% exigirão até seis meses de treinamentos, 9% demandarão de seis a 12 meses para desenvolver novas habilidades e 10% precisão de mais de um ano de capacitações para atender às exigências do mundo do trabalho.

As novas habilidades interpessoais

Curioso observar que proficiência em tecnologia será apenas uma parte das habilidades que precisarão ser desenvolvidas até 2022. Enquanto isso, as habilidades humanas crescem em destaque. Entre elas estão criatividade, originalidade, iniciativa, pensamento crítico, persuasão e negociação.

Aumentam sua importância também, conforme o relatório, competências ligadas à inteligência emocional, à liderança e à comunicação interpessoal. Profissionais com bom nível de resiliência, flexibilidade, atenção aos detalhes e capacidade de resolução de problemas complexos serão mais valorizados.

Atitude é o maior diferencial

Os resultados do relatório do World Economic Forum deixam evidentes o peso das habilidades interpessoais para o sucesso profissional. Entre elas, há uma que se sobressai e que, de certa forma, determina todas as outras – a atitude.

No conceito de competência que é utilizado por muitas organizações atualmente e que pode ser resumido pelo acrônimo C.H.A (Competência, Habilidade, Atitude), a atitude é a habilidade mais importante, segundo a professora da Fundação Dom Cabral, Clara Lúcia Sacchetto Linhares. “Ela tem sido o carro-chefe na hora de contratar as pessoas”, afirma.

Enquanto o conhecimento é o saber na teoria, e a habilidade é o saber na prática, a atitude está ligada à ação, ou ao quanto se deseja fazer. “Para as organizações, é o profissional que tem brilho nos olhos, sentimento de dono, comprometimento com os resultados da empresa”, diz ela.

Ao contrário do conhecimento e da habilidade, que podem ser adquiridos, a atitude depende da vontade, ou seja, de um impulso que leva o indivíduo a agir. Isso não significa, porém, que ela não possa ser conquistada. Pode e deve, uma vez que, como bem ressaltou Clara Lúcia, é requisito fundamental para as contratações de hoje e será, ainda mais, no futuro.

Estratégias para melhorar sua atitude

Algumas habilidades interpessoais caminham lado a lado com a atitude. Desenvolvê-las significa, portanto, atender às necessidades mais fortes do mercado de trabalho:  

Inteligência emocional reconhecer os próprios sentimentos e os das outras pessoas é o primeiro passo para desenvolver a inteligência emocional. Quem possui essa capacidade consegue lidar melhor com os problemas difíceis do dia a dia e tem performance superior em condições adversas.

Liderança – está relacionada com a capacidade de conduzir e inspirar um grupo de pessoas, despertando nelas a vontade de fazer. Antes de mais nada, a liderança é uma postura, que quanto mais aprimorada, mais contribuirá para o sucesso de um projeto.

Gestão de pessoas – não é preciso ocupar um cargo de gestor para desenvolver a habilidade de gerir recursos humanos. Trabalhamos o tempo todo com pessoas e, portanto, saber lidar, integrar, preparar, compreender e reconhecer o outro torna-se uma habilidade fundamental para qualquer profissional.

Comunicação interpessoal – ganha pontos dentro de uma organização a pessoa que sabe se comunicar com eficiência, que consegue levar o outro a compreender o sentido daquilo que ela quer transmitir. Um profissional que consegue gerir conversas difíceis e dar um bom feedback é diferenciado e, por isso, mais valorizado pelas empresas.

Negociação nada é feito sozinho e, em geral, dependemos de outras pessoas para executar tarefas e tomar decisões. Saber negociar dentro de padrões em que ambas as partes saiam ganhando é essencial nesse cenário.

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